quarta-feira, 28 de setembro de 2016

O SACRATÍSSIMO ROSÁRIO COM AS MEDITAÇÕES DO GLORIOSO PADRE PIO



OS MISTÉRIOS GOZOSOS:

NESTE PRIMEIRO MISTÉRIO GOZOSO, MEDITO SOBRE A ANUNCIAÇÃO DO ANJO Á VIRGEM SSMA.

- PAI-NOSSO.

1. 1. O Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma Virgem, e o nome da Virgem era
Maria de Nazaré, filha de Joaquim e Ana.
AVE-MARIA.
2. " Ave, cheia de graça! O Senhor é Convosco! "

AVE-MARIA.
3. Ao ouvir isto a Virgem se perturbou, perguntando-se o que significaria tal saudação.

AVE-MARIA.
4. O Anjo A tranquilizou, dizendo: " Não temas, Maria. Achaste graça perante Deus."

AVE-MARIA.
5. " Darás a luz a um filho, e o chamarás Jesus."

AVE-MARIA.
6. " Chamar-se-Á  Filho do Altíssimo, e seu reino será eterno."

AVE-MARIA.
7. Então A Virgem respondeu: " Como, se não conheço varão? "

AVE-MARIA.
8. " O Paráclito há de vir sobre Ti e o poder do Altíssimo Te cobrirá."

AVE-MARIA.
9. "O Filho que há de nascer será chamado Filho de Deus."

AVE-MARIA.
10. Então A Virgem disse: " Eis a escrava do Senhor! Faça-se em mim segundo a Vossa Palavra!"

AVE-MARIA.
- GLÓRIA E ÓH, MEU JESUS. 

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

SETE AFIRMAÇÕES DO VENERÁVEL PADRE AMORTH SOBRE SATANÁS



O falecido padre Amorth, exorcista oficial do Vaticano desde 1986, é conhecido em todo o mundo como um exemplo de santidade alcançada pelo combate contra os poderes infernais. 

Fazia questão de caçoar do demônio, chamando-o de "macaco de Deus" e seus casos de exorcismo sempre foram bem-sucedidos. Condenando a heresia modernista penetrada na Igreja durante o Santo Concílio Vaticano II, fruto de sua má interpretação por parte de alguns católicos, insistia em chamar á todos para o caminho do Senhor. Uma vida de oração e entrega a Nossa Mãe Imaculada, o terror do demônio.

Contradizendo os modernistas, ensinava o que a Igreja sempre ensinou acerca do demônio, especificando-o. 

I . Satã é o tentador desde o princípio dos tempos. 

“Satanás é o tentador desde o princípio e é monótono – ele me confirmou isto: usa o mesmo método para tentar o homem, que é livre; usa as suas fraquezas. A ação ordinária é tentar; e a extraordinária, e muito rara, é a possessão diabólica”.


II . O diabo é um ser,  e não a representação do Mal.


“Satanás quer que não falemos dele; ele se esconde. O diabo é uma pessoa. Não é só uma mera representação do mal”, disse o pe. Amorth ao canal TV2000.

Em seu livro O último exorcista, o sacerdote reforçou que “não devemos nos esquecer de que o diabo é mentiroso; por isso é necessário relativizar e, se possível, comprovar as respostas dele. É preciso comprovar tudo, especialmente um dado fundamental: a origem da vexação ou possessão, quem é o autor do malefício. É preciso comprovar porque o demônio pretende semear ódios e rancores; ele pode dizer que foi a sogra, a irmã, a prima ou a tia, e depois se descobre que não era verdade”.


III. O diabo teme Nossa Senhora.


“O diabo tem medo de Nossa Senhora, porque ela é uma criatura nascida sem pecado, humilde e obediente a Deus desde sempre. Uma vez eu perguntei ao diabo: ‘Por que você se sobressalta mais quando invoco a Virgem Maria do que quando invoco Jesus?’. E a resposta dele: ‘Porque me humilha mais ser derrotado por uma criatura humana do que ser derrotado por Ele [por Jesus]’”.


IV. O ISIS é dirigido pelo diabo.


“Onde há mal, pequeno ou grande, é sempre o demônio que sugere […] Sem dúvida, o ISIS, eu tenho certeza, onde há guerra e destruição está sempre o diabo rindo por trás. Deus não permitiria isso jamais, Deus só quer coisas boas. E essa gente [do Estado Islâmico] pode também disparar contra o papa sem hesitação…”, afirmou o sacerdote a Fabio Marchese Regona, do Il giornale.it, em 27 de maio de 2015.


V. O diabo odeia a verdadeira Igreja e cria seitas para tentar destruí-La. 


No livro O último exorcista, o pe. Amorth assegura que as seitas são usadas pelo diabo para atingir os seus objetivos.

“Quando se faz um pacto com Satanás, o próprio diabo reconhece que a única religião verdadeira é a cristã católica, fiel ao papa, e, por isso, as seitas lutam contra ela. Toleram a duras penas as outras religiões cristãs, enquanto apoiam religiões falsas. As seitas costumam se esconder atrás de nomes e objetivos falsos, quase sempre como terapias alternativas à medicina tradicional”.


VI. Fé, oração e jejum são a armadura divina contra o diabo.


Em um vídeo de 17 de abril de 2015, voltado aos exorcistas, o pe. Amorth recordou: “Não valemos nem um centavo se não acreditamos em Jesus”; “a oração e a confissão” são instrumentos irrenunciáveis para um “limpo servidor de Jesus”. No mesmo vídeo, ele incentiva o jejum a fim de preparar o corpo para as privações que o diabo pode usar para nos tentar.


VII. Uma resposta ao diabo.


Nosso Senhor, afirma ele, concede aos exorcistas e aos batizados “toda a graça para enfrentar e superar o diabo”.





No livro Deus é mais belo que o diabo, ele atesta que cada um pode responder às ameaças do diabo: “Estou envolto no manto de Maria. Que podes fazer contra mim? Tenho ao meu lado o arcanjo São Miguel. Tenta lutar contra ele. Tenho o meu anjo da guarda, que vela para que eu não seja tocado; tu não podes fazer nada”.











domingo, 25 de setembro de 2016

SÃO JOSÉ, O PATRONO DA IGREJA UNIVERSAL.


                                                               
O Papa Pio IX, no dia 8 de dezembro de 1870, declarou o glorioso São José, Padroeiro da Igreja Católica.Este mesmo Papa, em 08/12/1854, já tinha proclamado solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Nossa Senhora.Através de Decreto da Congregação dos Sagrados Ritos, o Papa atendeu à solicitação do episcopado do mundo todo, que estava então reunido no Concílio Vaticano I ( 08/12/1869 a 20/10/1870), os quais rogaram ao Santo Padre que se dignasse constituir São José Padroeiro da Igreja Católica.

Assim se expressou a Sagrada Congregação dos Ritos:“Assim como Deus constituira o antigo José, filho do antigo patriarca Jacó, para presidir em toda a terra do Egito, a fim de conservar o trigo para os povos; assim, chegada a plenitude dos tempos, estando para enviar à terra o seu Unigênito Filho para redenção do mundo, escolheu outro José, de quem o primeiro era figura; constituiu-o Senhor e Príncipe de sua casa e de sua possessão, e elegeu-o custódio de seus principais tesouros.

José teve, de fato, por esposa a Imaculada Virgem Maria, da qual por virtude do Espírito Santo, nasceu Nosso Senhor Jesus Cristo, que, junto aos homens, se dignou ser julgado filho de José, e lhe foi submisso. E José, não só viu Aquele que tantos reis e profetas desejaram ver, mas conversou com Ele, estreitou-O ao peito com paternal afeto, beijou-O; e, além disso, com extremoso cuidado, alimentou Aquele que devia ser nutrição espiritual e alimento de vida eterna para o povo fiel.

Por esta excelsa dignidade, concedida por Deus a seu fidelíssimo Servo, a Igreja, após a Virgem Santíssima, sua Esposa, teve sempre em grande honra e cumulou de louvores o Beatíssimo José, e nas angústias lhe implorou a intercessão. Ora, estando a Igreja, nestes tristíssimos tempos, perseguida em toda parte por inimigos e opressa por tão graves calamidades, a ponto de julgarem os ímpios que as portas do abismo prevaleceram contra Ela, os Bispos de todo o mundo católico, em seu nome e no dos fiéis confiados a seus cuidados, rogaram ao Sumo Pontífice que se dignasse constituir São José Padroeiro da Igreja Católica.

Tendo pois eles, no Sagrado Concílio Ecumênico Vaticano I, renovado com maior insistência os mesmos pedidos e desejos, o Santo Padre Pio IX, comovido com a presente e lutuosa condição dos tempos, querendo de modo especial colocar-se a si mesmo e aos fiéis sob o poderosíssimo Patrocínio do Santo Patriarca José e satisfazer os desejos dos Bispos, declarou-o solenemente Padroeiro da Igreja Católica.


Elevou a sua festa, que caí a 19 de março a rito duplo de primeira classe. E, além disso ordenou que esta declaração, feita com o presente decreto da Sagrada Congregação dos Ritos, fosse publicado no dia consagrado à Imaculada Virgem Mãe de Deus, Esposa do castíssimo José”.

Eram, como sempre, tempos difíceis para a Igreja. O Papa convocara o Concílio Vaticano I para enfrentar o brado da Revolução Francesa (1789) contra a fé, no endeusamento da razão e do nacionalismo. O século XIX começou marcado pelo materialismo racionalista e pelo ateísmo, fora da Igreja; dentro dela as tendências conciliaristas e de separatismo, que enfraqueciam a autoridade do Papa e a unidade da Igreja. Mais uma vez a Barca de Pedro era ameaçada pelas ondas do século. Então a Igreja recomendou-se ao “Pai” terreno do Senhor. Aquele que cuidara tão bem da Cabeça da Igreja, ainda Menino, cuidaria também de todo o seu Corpo Místico.Trinta anos depois, o Papa Leão XIII, no dia 15/8/1899, assinava a Encíclica “Quanquam Pluries” sobre São José, nos tempos difíceis da virada do século.

Ouçamos o Papa:“Nos tempos calamitosos, especialmente quando o poder das trevas parece tudo usar em prejuízo da cristandade, a Igreja costuma sempre invocar súplice a Deus, autor e vingador seu, com maior fervor e perseverança, interpondo também a mediação do Santo, em cujo patrocínio mais confia para encontrar socorro, entre os quais se acha em primeiro lugar a Augusta Virgem Mãe de Deus”.

“Ora, bem sabeis Veneráveis Irmãos que os tempos presentes não são menos desastrosos do que tantosoutros, e tristíssimos, atravessados pela cristandade. De fato, vemos perecer em muitos o princípio de todas as virtudes cristãs, de fé, extinguir-se a caridade, depravar-se nas idéias e costumes a nova geração, perfeitamente hostilizar-se por toda a parte a Igreja de Jesus Cristo, atacar-se atrozmente o Pontificado, e com audácia cada vez mais imprudente arrancarem – se os próprios fundamentos da religião”.

“Nós propomos… para tornar Deus mais favorável às nossas preces e para que Ele, recebendo as súplicas de mais intercessores, dê mais pronto e amplo socorro à sua Igreja, julgamos sumamente conveniente que o povo cristão se habitue a invocar com singular devoção e confiança, juntamente com a Virgem Mãe de Deus, o seu castíssimo esposo São José: temos motivos particulares para crer que seja isto aceito e agradável à própria Virgem. E, a respeito desse assunto, do qual pela primeira vez tratamos em público, bem conhecemos que a piedade do povo cristão não só é favorável, mas tem progredido também por iniciativa própria; pois vemos já gradativamente promovido e estendido o culto de São José por zelo dos Romanos Pontífices, nas épocas anteriores, universalmente aumentado e com indubitável incremento nestes últimos tempos, em especial depois que Pio IX, nosso antecessor de feliz memória, declarou às súplicas de muitos bispos, Padroeiro da Igreja Católica o Santíssimo Patriarca. Não obstante, por ser muito necessário que seu culto lance raízes nas instituições católicas e nos costumes, queremos que o povo cristão receba, antes de tudo, de nossa voz e autoridade novo estímulo”.

Vemos assim que, nas horas mais difíceis de sua caminhada a Igreja sempre recorre à Sua Mãe Santíssima, que nunca a desamparou; e, em seguida ao seu esposo castíssimo São José.E Leão XIII explica as razões da grandeza de São José por “ser ele esposo de Maria e pai adotivo de Jesus”.“Daíderivou toda a sua grandeza, graça, santidade e glória. É certo que a dignidade de Mãe de Deus se eleva tão alto que nada existe de mais sublime. Mas, porque entre a bem-aventurada Virgem e José estreitou-se o laço conjugal, não é possível duvidar que da altíssima dignidade, pela qual Mãe de Deus é imensamente superior a todas as criaturas, ele se aproximou mais que qualquer outro. Pois o conúbio é a máxima sociedade e amizade, à qual se une a comunhão dos bens. Por essa razão, se Deus deu à Virgem, como esposo, José, Ele o deu não só para companheiro de vida, testemunha da virgindade e tutor da honestidade, mas também para que participasse, por meio do vínculo conjugal, de sua excelsa grandeza”.

“Assim ele sobressai entre todos pela augusta dignidade, porque foi, por divina disposição, Custódio, e aos olhos dos homens, pai do Filho de Deus. Donde se seguia que o Verbo de Deus modestamente se sujeitava a José, obedecia-lhe, prestava-lhe honra e reverências devidas pelos filhos a seus pais”.
E o Papa destaca a missão que Deus confiou a José:“Ora, a casa divina que José, quase com pátrio poder, governava, era o berço da Igreja nascente.A Virgem Santíssima, por ser Mãe de Jesus Cristo, e também Mãe de todos os cristãos, por Ela gerados em meio às atrocíssimas penas do Redentor no Calvário; como Jesus Cristo é, de certo modo o primogênito dos cristãos, seus irmãos por adoção e redenção.
Daí resulta ser confiada, de modo especial, ao Beatíssimo Patriarca a multidão dos cristãos, da qual se compõe a Igreja, isto é, a inúmera família espalhada por todo o mundo e sobre o qual tem, como esposo da Virgem e pai adotivo de Jesus Cristo, uma autoridade paterna. É pois conveniente e sumamente digno para o bem-aventurado José que, assim como costumava proteger santamente em todo o evento a família de Nazaré, agora assista e defenda, com seu celeste patrocínio, a Igreja de Cristo”.O Papa Leão XIII fez questão de compor uma Oração a São José pela Santa Igreja, a seguir transcrita.

ORAÇÃO A SÃO JOSÉ

“A vós, São José, recorremos em nossa tribulação e, depois de ter implorado o auxílio de Vossa Santíssima Esposa, cheios de confiança solicitamos o vosso patrocínio.Por esse laço sagrado de caridade, que os uniu à Virgem Imaculada, Mãe de Deus, pelo amor paternal que tivestes ao Menino Jesus, ardentemente vos suplicamos que lanceis um olhar benigno para a herança que Jesus conquistou com seu sangue,e nos socorrais em nossas necessidades com o vosso auxílio e poder.Protegei, ó Guarda providente da Divina Família, a raça eleita de Jesus Cristo.Afastai para longe de nós, ó Pai amantíssimo, a peste do erro e do vício.Assisti-nos do alto do céu, ó nosso fortíssimo sustentáculo, na luta contra o poder das trevas; assim como outrora salvastes da morte a vida do Menino Jesus, assim também defendei agora a Santa Igreja de Deus contra as ciladas de seus inimigos e contra toda adversidade.Amparai a cada um de nós com o vosso constante patrocínio, a fim de que, a vosso exemplo, e sustentados com vosso auxílio, possamos viver virtuosamente, morrer piedosamente e obter no céu a eterna bem-aventurança. Assim seja.

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A devoção ao Castíssimo Coração de São José é muito pouco conhecida no mundo católico. A maioria dos seus praticantes estão ligados á seitas originárias de falsas aparições do Santo, já que apenas sua Esposa Santíssima têm permissão do Senhor para se comunicar conosco desta maneira.
Este blog têm por finalidade levar esta eficaz devoção á todas as partes, especialmente aonde há ausência de fé.
Queremos, acima de tudo, que os agonizantes encontrem no Coração do Pai de Deus o conforto de que tanto precisam para seguir em frente na sua peregrinação terrestre.
"Ide a José", diz o Senhor aos seus filhos. Que saibamos segurar nesta pilastra inabalável que é o Esposo da Virgem Maria Imaculada.